Até que a maré esteja do nosso lado,
fica tudo bem, mas quando a maré vira do nosso lado,
ficamos quase perdidos...
Na contrariedade se preocupar sim,
mas distinguir o certo do errado, o bem do mal,
são fatores importantes para limpar a consciência...
A amizade pura fortalece a emoção para viver em comunidade. É motivo bíblico dar ênfase aos bons costumes que gera amizade duradoura.
Efésios 5,13 diz:-
“Mas, tudo aquilo que é abertamente reprovado, é manifestado pela luz, porque tudo é manifestado pela luz”
Deduzimos que o amigo participa diretamente na culturação dos acontecimentos diários, entre duas ou mais pessoas.
O amigo fiel de verdade está sempre junto na alegria ou na tristeza, como prova real de afetividade.
1ª Carta aos Coríntios 6,12
Tudo me é lícito, mas nem tudo é conveniente.
Neste pequeno versículo encontramos uma amostra da racionalização que deve imperar em nossa vida, porque somos finitos, na carne, limitados na aquisição intelectual, submisso aos desígnios da vida de Deus em nós.
Muitas vezes dizemos intelectualmente, vamos somar os valores, isto é bom e é positivo, tem hora que precisamos dizer: - Vamos dividir, dividir os valores pela lei natural e proporcional ao que cabe a cada um de nós adquirir, com esta visão não se pode aprovar integralmente em querer afirmar “posso fazer o que quero”.
O amor impõe uma regra, um regulamento, uma norma estipulada a seguir, isto inclui, todos os seres humanos.
Vamos falar do fator moral, no que é licito ou não, o que serve para um, muitas vezes não serve para o outro, entra então o sentimento do gosto da aprovação, que pode ser natural, compensado, ou recuperado.
Estamos sempre sujeitos a uma transformação que pode surgir de diferentes modos. E cada ser humano age de acordo com a sua natureza física, intelectual e espiritual.
Regrar uma posição consciente é bem melhor, porque o equilíbrio sensorial da compreensão sobre a ação fica sujeito à aprovação da consciência formada por aquilo que lhe serve ou não lhe serve.
Entender este ponto de vista racional, certamente o ser humano consegue uma proximidade do infinito dentro de si, pelo fato do corpo físico viver uma jornada finita de plena realização.
No decorrer da vida aprendemos um pouquinho de tudo, do certo, do errado, do bem, do mal, da saúde, da doença, da alegria e da tristeza.
Basta dizer que o bom convívio com a vida racional baseia-se em sempre estar com a presença, participação e diálogo, para que se possa conciliar no coração a prova transcendental das duas naturezas, humana e espiritual.
Na racionalização, encontramos o fator da desobrigação sobre os outros seres humanos, quando não envolvemos ninguém em nossas experiências de modo inconsciente. Tudo passa a ser consciente, declarado e explicado, porque a prévia visão dos acontecimentos é de responsabilidade individual, não prendendo ninguém com promessas e falsos compromissos.
Na racionalização somos obrigados a assumir todos os resultados das nossas ações.
fica tudo bem, mas quando a maré vira do nosso lado,
ficamos quase perdidos...
Na contrariedade se preocupar sim,
mas distinguir o certo do errado, o bem do mal,
são fatores importantes para limpar a consciência...
A amizade pura fortalece a emoção para viver em comunidade. É motivo bíblico dar ênfase aos bons costumes que gera amizade duradoura.
Efésios 5,13 diz:-
“Mas, tudo aquilo que é abertamente reprovado, é manifestado pela luz, porque tudo é manifestado pela luz”
Deduzimos que o amigo participa diretamente na culturação dos acontecimentos diários, entre duas ou mais pessoas.
O amigo fiel de verdade está sempre junto na alegria ou na tristeza, como prova real de afetividade.
1ª Carta aos Coríntios 6,12
Tudo me é lícito, mas nem tudo é conveniente.
Neste pequeno versículo encontramos uma amostra da racionalização que deve imperar em nossa vida, porque somos finitos, na carne, limitados na aquisição intelectual, submisso aos desígnios da vida de Deus em nós.
Muitas vezes dizemos intelectualmente, vamos somar os valores, isto é bom e é positivo, tem hora que precisamos dizer: - Vamos dividir, dividir os valores pela lei natural e proporcional ao que cabe a cada um de nós adquirir, com esta visão não se pode aprovar integralmente em querer afirmar “posso fazer o que quero”.
O amor impõe uma regra, um regulamento, uma norma estipulada a seguir, isto inclui, todos os seres humanos.
Vamos falar do fator moral, no que é licito ou não, o que serve para um, muitas vezes não serve para o outro, entra então o sentimento do gosto da aprovação, que pode ser natural, compensado, ou recuperado.
Estamos sempre sujeitos a uma transformação que pode surgir de diferentes modos. E cada ser humano age de acordo com a sua natureza física, intelectual e espiritual.
Regrar uma posição consciente é bem melhor, porque o equilíbrio sensorial da compreensão sobre a ação fica sujeito à aprovação da consciência formada por aquilo que lhe serve ou não lhe serve.
Entender este ponto de vista racional, certamente o ser humano consegue uma proximidade do infinito dentro de si, pelo fato do corpo físico viver uma jornada finita de plena realização.
No decorrer da vida aprendemos um pouquinho de tudo, do certo, do errado, do bem, do mal, da saúde, da doença, da alegria e da tristeza.
Basta dizer que o bom convívio com a vida racional baseia-se em sempre estar com a presença, participação e diálogo, para que se possa conciliar no coração a prova transcendental das duas naturezas, humana e espiritual.
Na racionalização, encontramos o fator da desobrigação sobre os outros seres humanos, quando não envolvemos ninguém em nossas experiências de modo inconsciente. Tudo passa a ser consciente, declarado e explicado, porque a prévia visão dos acontecimentos é de responsabilidade individual, não prendendo ninguém com promessas e falsos compromissos.
Na racionalização somos obrigados a assumir todos os resultados das nossas ações.
Americana - SP Brasil
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