sábado, 6 de outubro de 2007

Convergir!

Convergir!

Convergir, afluindo dentro de si,
o acudimento necessário para se desembaraçar
nas ocorrências que aconteceram nas experiências da vida.

Concentrar na meta a ser atingida,
e dirigir-se como pessoa adulta
que conduz o sistema emocional ao equilíbrio...

Apropriar-se da qualidade em dominar o entendimento
sobre as derrotas e dispor-se a aprender novamente
os trajetos normais a serem percorridos...

Quando da queda voltar ao mesmo ponto de origem
não anulando ninguém, mas erguendo a cabeça
e dialogar para conciliar a convergência ao novo aprendizado.

Esta tendência faz consertar o que for na fonte,
se der volta muito longe, a verdade fica oculta,
permitir transparecer o que de fato é na essência...

Diante de um professor o erro se corrige diante do professor,
mesmo que o professor tenha errado, o diálogo é fundamental,
trás de volta o sentido da luta.

Muitas vezes o professor e o aluno erram,
mas, um denominador comum pode apaziguar e devolver
a correta atitude diante de fatos ocorridos...

Tem como certeza melhor a paz interior, quando tenta
corrigir na fonte, se buscar outras explicações,
não convence e fica duble a satisfação...

É uma atitude nobre rebuscar o perdido,
achar o que ficou escondido no tempo
e reaprender na forma correta a atitude mais madura...

O feio é se ausentar do crescimento,
o bonito é se apresentar para a reconciliação
ai as coisas tendem a se fortalecer na graça e na pureza
*

Carlos Basanella

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