segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Minha primeira professora!

Iolanda Callil?
Sou eu!

Somente doces recordações,
Um vendaval de emoções,
Lembranças passadas,
Sinceras memorizações!

No berço da minha infância,
Sem prézinho e sem parquinho,
Entrei dentro de um barquinho,
Minha capitã foi Iolanda Callil.

O amor em sua doação,
Fez-me o que sou hoje,
Iolanda meu alicerce,
Estandarte em forma de veneração.

Coisas do céu aconteceram comigo,
Já na infância, uma sublime mulher,
Plantou em meu cérebro o “Saber”
O B a Ba foi pra valer!

Celebro Iolanda com ternura,
Mulher revestida de luz,
Ensinou-me tudo,
Na mais profunda educação.

Consideração em forma de canção,
Nas melodias Iolanda se faz presente,
Nunca esteve ausente,
Sempre morou em meu coração.

Os sentimentos de outrora,
Veio como a um rouxinol,
E em uma via sacra,
Chamei seu nome, Iolanda Callil.

Já na infância a professora do 1º ano,
É sim de verdade a maioral,
Seria como pedir a Santo Antonio,
Um encontro celestial.

Hoje rezo seu nome com orações,
E agradeço ao Pai do Céu,
Por um dia ter sido seu aluno,
E se não fosse Iolanda não estaria aqui!

Bem junto do que é angelical,
O sopro da vida fez sua morada em meu coração,
Aprendi muito no alicerce,
Que Iolanda em mim plantou.

Admiração e respeito,
Um suspiro no peito embala meu espírito,
E em um grito dentro da alma louvo a Deus,
Por ter criado Iolanda Professora.

O SESI, de histórias mil,
Um hino varonil transportou minha vida para o berço da cultura,
Fui levado por Callil,
A ser o que sou hoje!

Imagem que não se apaga,
Os olhos da minha educadora modelo ideal,
E no seu dom, desenvolvi o meu talento e hoje sou escritor que vê,
Valeu sua orientação fundamental.

Pequeno garoto maroto,
Mas a lição aprendeu,
Que é bom reconhecer e exercitar,
As forças mentais.

Hoje sou crescido,
Mas tenho o coração rejuvenescido,
E no acalanto encontro Iolanda,
Em um canto não só do coração,
Mas também da vida!

Com ela aprendi o abecedário escrito na lousa,
Sempre fui canhoto, borrei o papel com tinta,
Falando do
Sentimento, emoção e sensação!

O amor conservado desde o tempo de aprendiz,
Diz-me que devo continuar,
Ser um fruto da educação da minha maestrina,
Iolanda Callil.

Depois de ter passado tantos anos,
Eu há vi revestida de,
Graça, luz e beleza e na pura gentileza,
Trouxemos na memória singelas recordações!
*
Iolanda Callil

Passaram-se muitos anos,
Sempre lembrei de Iolanda Callil,
Na eternidade do meu tempo de vida
Vou levá-la comigo aonde for.

Chamo a isso de amor,
Tudo é assim,
Por que Iolanda,
Plantou em mim amor.

Minha árvore cresceu, tem boa raiz,
Quem me lê,
Saboreia os frutos
Da minha árvore.

Iolanda infundiu em mim,
O amor universal,
Não foi uma semente plantada e depois crescida
Para ficar no fundo do quintal.

Iolanda ensinou-me
A ser bondoso,
Repartir os frutos colhidos em tempo hábil,
Todos podem saboreá-los.

Hoje minha alegria
Une-se aos céus,
Poder dar dolo de gratidão
Alguém me ensinou a escrever.

O SESI foi nossa casa,
Hospedei-me em uma classe de aulas,
Lá estava Iolanda ensinando... ensinando ... ensinando.

Depois de tantos anos
Comungo com meus sentimentos
A beleza espiritual de Iolanda,
Lá na Matriz de Santo Antonio na Via Sacra eu há vi.

Saudades de um tempo,
De uma data memorável,
Sua fé comoveu-me,
Rezou e rezei junto de Iolanda.

Tenho muitas mães,
A Mãe do céu Maria,
A Mãe da terra Luzia,
A Mãe da cultura Iolanda.

Somente posso agradecer!
Carlos Basanella

3 comentários:

Anônimo disse...

Ainda bem que agora conheço meus anjos pelo nome. Pode deixar que, se ou quando eu chegar ao paraíso (vai demorar) farei um relatório detalhado para Deus de todos os anjos que me ajudaram.
beijos no coração.
Deus te abençoe.
inté. xau

Anônimo disse...

parabens cada vc me surpriende com suas mensagens continue assim

Beijos

Anônimo disse...

parabens cada vc me surpriende com suas mensagens continue assim

Beijos