sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A Primeira!

A Primeira!

Existe duas dores de amor. A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão envolvidos que não conseguimos ver luz no fim do túnel. Dr. Nelson

Esta verdade afirmativa das duas dores,
misturam-se e surgem milhões de duas dores,
terminar uma relação de qualquer nível a gente sofre,
sofre as dores por acabar uma vida que estava certa,
e ao partir para aprontar outras história para completar
e concluir as voltas deste sentimento, o percurso fica longo,
parece que nunca termina, é uma infinita estrada.

Quem ficou com o sentimento por terminar um relacionamento,
finalizar, dando um basta, momentaneamente é quase impossível,
findar um grande amor como? Rematar esta realeza vivida nos poros do corpo é um martírio... Terminar um fim pelo meio, se o inicio foi o dos melhores...

Dr. Nelson coloca bem esta amostra da realidade na ausência,
acostumar como, viver de aparência, se o aspecto do que era até um minuto atrás era emoção completa que prendia os sentidos do corpo no calor do amor, no cheiro do corpo...

Com certeza a miragem acontece, o rosto fica na tela mental,
nem se falar dos detalhes, dos costumes, do visual, surge uma cegueira e a ilusão entra em cena, a luz verdadeira se apaga e o coração vive amando ao longo dos meses, sem expectativa para nada, além das depressões, opressões, órgãos deprimidos e iniciativas reprimidas...


Ai, ai, acostumar com a ausência, que tormento,
dizer, calma, paciência, são os remédios no momento,
eles são as mais belas sugestões dadas pelo amigo, psicanalista e outros conselheiros que falam, reze, um mundo desaba sobre a cabeça...

Dr. Nelson mira bem o que acontece com o coração da pessoa que amou tanto e ficou só, com aquela sensação de rejeição, não me querem mais, e ai vem a indagação, será que sou feio, magro, gordo, que defeito eu tinha, se falasse eu corrigiria, mas ai é tarde, parece que a rejeição aumenta ao querer mexer na ferida...

Tenho certeza que o nosso querido Dr. Nelson Antonio Corrêa falará mais sobre este importante assunto, ele é médico de almas e de cirurgias em BH, de tão bom que é merecia ser o Presidente da Republica.
Carlos Basanella

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