quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Natureza e Liberdade!

Natureza e Liberdade!

Conviver com o vínculo na natureza e liberdade comum,
quando se perde o vínculo com a natureza e liberdade comum,
parte-se para a natureza e liberdade judicial,
esta demanda demora tempo e desgasta o ser humano.

Ao buscar a natureza judicial,
primeiro precisa observar se já esgotou os argumentos,
e solidificar uma razão bem exposta.

Mas, diante da beleza da vida
conviver com a natureza comum e liberdade
é o maior prêmio que uma pessoa pode conquistar.

Diante da natureza comum e liberdade
a pessoa vive de imediato a realização,
enquanto que pela natureza devolvida judicialmente
demora tempo e não é mais a mesma
natureza comum na liberdade original.

Natureza, liberdade, originalidade,
são ingrediente que levam o ser humano
a querer viver a vida sem confrontos,
enquanto na natureza judicial o confronto é fatal,
pende para um lado ou outro se não houver conciliação.

As intenções da natureza são boas,
as intenções da ação judicial também é boa,
é preciso estabelecer parâmetros para ambas,
somos seres regrados,
mas, quem ama cumpre a lei,
são unificadas, uma a curto prazo
quando se entende a natureza comum e liberdade
e a judicial a longo prazo,
também devolve a natureza comum e a liberdade...

É bonita a matéria onde se busca
o que seja mais viável e correto,
o bom senso deve prevalecer,
tanto na natureza comum e na judicial...

A balança da vida e do amor
é a harmonia,
e ao buscarmos justiça,
a balança em um certo momento pende para um lado,
depois para o outro lado,
mais tarde ela se harmoniza na justiça feita.

Assim somos nós nos envolvimentos,
quanto mais original e natural formos,
as demandas judiciais serão menores,
todas elas educam e ensinam o caminho da verdade.

Na reflexão sobre este tema,
encontramos uma abordagem importante,
como está o nosso coração para o restabelecimento
da concórdia, da fraternidade, do perdão e da reconciliação...

Uns demoram mais tempo para entender a vida,
outros com o coração e a mente na flexibilidade
são adestrados ás regras da vida e do amor,
buscando mais realizações do que demandas.

Este ponto de meditação nos coloca diante da nossa alma
que clama por paz, justiça e amor
visando um mundo melhor, mais fraterno,
ensinando e educando mentes e corações
nesta farta vida onde ela mais oferece
do que temos a reclamar dela.

Carlos Basanella

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