quarta-feira, 21 de novembro de 2007

O professor experiente que tirou nota zero!

O professor experiente que tirou nota zero!


O conhecimento na linguagem organizada tende para a matemática no mesmo plano de um conhecimento estético.

Na ciência do objeto existente no universo, as propriedades de pequenez ou de grandezas, são calculáveis sob a forma de figura entre partes de um todo.

Os símbolos causam harmonia e semelhança, na disposição metódica, na regularidade da iniciação perante a analogia proporcional.

Tudo se inicia com o número, e seu símbolo é representado pela expressão de quantidade, seu início provém da unidade.

“E foi desenvolvida a coleção de unidades”.

Na prosa ou no verso, o teatro da matemática nasce de um ato variável, e sempre começa pelo número zero, depois o um, depois o nove...

Pitágoras achava que o número é a força soberana e autógena que mantém a eterna permanência das coisas cósmicas.

Um provérbio antigo diz que a beleza foi criada da relação com o número, a começar pela primeira pessoa, uma unidade.

O zero é a chave do universo e pertence o enigma deste cálculo a Deus!

Disse Etienne Souriau:- que em toda grande concepção do mundo existe uma estética implícita.

O modo de viver observando as regras do zero e seu criador Deus promove gênios como a Pitágoras a Leonardo da Vinci:-

Como a música e a geometria que consideram a proporção das quantidades contínuas, e as aritméticas, as descontínuas,

A pintura engloba todas as quantidades contínuas e as qualidades das proporções de luz e de distância em sua perspectiva de sombra.

Se os gênios, os talentosos, transpuseram até hoje a filosofia e a ciência da matemática, como prêmio aos perseverantes e dedicados,

Professores capazes de serem veículos de realizações e revelações individuais na prática, a fim de encontrar a premiação,

Surge a matemática da resignação, paciência e persistência, os clássicos e modestos professores de matemática que,

Entre a quantidade, o pouco e o bastante, o necessário são o suficiente na dedicação do nosso nobre professor de matemática,

Sr. Paulo Roberto Cerezer, que a mais de trinta e oito anos vem lecionando na Escola Técnica Pitágoras!

Ao buscarmos as descobertas do passado e que estão vivas hoje, a causa principal são os gênios da atualidade que,

Assimilaram o espírito da arte, verdadeiros desenhistas que figuram molduras, depois surgem os números, suas contas e resultados.

Hoje, estes professores captaram o oposto do inverso, e resolvem explicando como solucionar problemas e,

Com certeza, na arte de tanto se doar para os alunos, o coração insondável de um professor de matemática,

É um mistério na sua existência, e é simbolizado como nota máxima, ou seja, o zero pertencente a Deus em seus predicados.

Perseverantes homens e mulheres, que traduzem o estilo estético da arte da matemática, são heróis no próprio coração.

O princípio do mundo e o primeiro número o zero, onde do nada Deus criou o um homem, depois a multiplicidade variável de homens e mulheres.
No século XXI em diante, a eternidade da consumação escatológica está sem fim e, entre o um e o nove, o zero será o absoluto Ser, Deus, que somará todas as contas da sua criação...
Carlos Basanella

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