sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Rosto!

Rosto bonito e rosto feio!


Conforme a visão do rosto surge a imagem,
vem a distinção da leitura sobre o rosto,
o rosto livre, alegre, traduz confiança,
mas o rosto abatido pelas surras da vida,
mostra algo diferente...

É pela disponibilidade que avançamos
no conhecimento das lições da vida,
quando recua-se, aprende também,
mas de forma indireta,
rosto no rosto seria o ideal...

Rosto no rosto diminui o sofrimento,
rostos distantes aumentam o sofrimento,
de certa forma educa também o comportamento...

Algo de criterioso aparece nesta cena revelando
como é a maturidade da pessoa,
se encara os fatos ou contorna-os...

Respeitar as duas naturezas,
não posso afirmar se é uma questão de coragem,
ou estilo de vida,
somente sei dizer que pessoas
que fecham o juízo de uma causa sem ser juiz,
o interior fica aborrecido,
porque a verdade sofre mutações no modo de entendê-las...

Quantos aborrecimentos seriam evitados
e dúvidas tiradas através de um simples diálogo,
mas a pessoa se fecha por dentro por não ter crescido
o suficiente para entender que o diálogo promove a paz
e devolve a natureza comum dos fatos,
sem ter que ficar se defendendo ou acusando...

Este distanciar dos rostos chama-se pena medicinal,
um castigo amoroso de Deus para que saibamos usar
a inteligência, razão e vontade na atitude mais correta.

Quanto mais clara a situação é melhor,
seria comparar a um conta de matemática,
quanto mais assimilar o teor da conta,
melhor e mais curto é o resultado...

Há ditados populares na brincadeira: se posso complicar,
porquê descomplicar!
O correto seria:
se posso descomplicar,
porquê complicar...

Eta! gênio, temperamento,
impulsos e instintos,
este desbaste vem com as lições da vida
e nos tornamos mansos para viver
e herdar um pouquinho mais
dos bens desta terra Brasil...
Carlos Basanella




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