segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Iolanda Callil!


Atendendo o pedido do meu amigo
Altamyr de Almeida,
Estados Unidos da América...
Altamyr, minha homenagem
à minha primeira e inesquecível professora!
Iolanda Callil?

Sou eu!

Somente doces recordações,
Um vendaval de emoções,
Lembranças passadas,
Sinceras memorizações!

No berço da minha infância,
Sem prézinho e sem parquinho,
Entrei dentro de um barquinho,
Minha capitã foi Iolanda Callil.

O amor em sua doação,
Fez-me o que sou hoje,
Iolanda meu alicerce,
Estandarte em forma de veneração.

Coisas do céu aconteceram comigo,
Já na infância, uma sublime mulher,
Plantou em meu cérebro o “Saber”
O B a Ba foi pra valer!

Celebro Iolanda com ternura,
Mulher revestida de luz,
Ensinou-me tudo,
Na mais profunda educação.

Consideração em forma de canção,
Nas melodias Iolanda se faz presente,
Nunca esteve ausente,
Sempre morou em meu coração.

Os sentimentos de outrora,
Veio como a um rouxinol,
E em uma via sacra,
Chamei seu nome, Iolanda Callil.

Já na infância a professora do 1º ano,
É sim de verdade a maioral,
Seria como pedir a Santo Antonio,
Um encontro celestial.

Hoje rezo seu nome com orações,
E agradeço ao Pai do Céu,
Por um dia ter sido seu aluno,
E se não fosse Iolanda não estaria aqui!

Bem junto do que é angelical,
O sopro da vida fez sua morada em meu coração,
Aprendi muito no alicerce,
Que Iolanda em mim plantou.

Admiração e respeito,
Um suspiro no peito embala meu espírito,
E em um grito dentro da alma louvo a Deus,
Por ter criado Iolanda Professora.

O SESI, de histórias mil,
Um hino varonil transportou minha vida para o berço da cultura,
Fui levado por Callil,
A ser o que sou hoje!

Imagem que não se apaga,
Os olhos da minha educadora modelo ideal,
E no seu dom, desenvolvi o meu talento e hoje sou escritor que vê,
Valeu sua orientação fundamental.

Pequeno garoto maroto,
Mas a lição aprendeu,
Que é bom reconhecer e exercitar,
As forças mentais.

Hoje sou crescido,
Mas tenho o coração rejuvenescido,
E no acalanto encontro Iolanda,
Em um canto não só do coração,
Mas também da vida!

Com ela aprendi o abecedário escrito na lousa,
Sempre fui canhoto, borrei o papel com tinta,
Falando do Sentimento, emoção e sensação!

O amor conservado desde o tempo de aprendiz,
Diz-me que devo continuar,
Ser um fruto da educação da minha maestrina,
Iolanda Callil.

Depois de ter passado tantos anos,
Eu há vi revestida de,
Graça, luz e beleza e na pura gentileza,
Trouxemos na memória singelas recordações!
Carlos Basanella

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