Do que realmente somos!
Nunca a nossa real intimidade
aproximou-se da verdade,
muito atalho e emenda fez
da nossa investida no universo
da revelação uma amostra do que realmente somos.
Sonhos, fantasias, preencheram parte da nossa vida.
Como a um conto de fadas
a apresentação dos nossos desejos e quereres,
ficaram longe da realidade.
(Esquecemos que ao nos defender
nos apresentamos em nossas necessidades)
o orgulho é falso, a aparência é irreal,
e os abusos são constantes,
pois colocamos nossa defesa,
nas matérias que praticamos
artificialmente como a dizer Giz...
Para enganar o outro com o nosso sorriso.
A vingança do amor na esfera comum é simples,
mas muito poderosa na sua eficácia,
apelamos, pôr achar que o errado
não foi ainda corrigido,
aprendemos que ninguém pode
viver na mentira a vida toda.
Quando se faz um bolo,
é para dividir, e não monopolizar.
É impossível no aspecto racional
comer um bolo sozinho no mesmo dia.
O bolo tem que ser dividido,
e o motivo principal da divisão é a fraternidade.
Saber o que quer!
(É não enganar ninguém)
pois quem sabe o que quer,
dá o melhor de si mesmo,
e não usa o outro para estratégias
ultimamente pessoal. Ninguém é feliz sozinho.
Na transcendência do amor espiritual,
o perdão existe sim; é fundamental
chegar ao lugar adequado para existir
o perdão concretizado.
Nunca a nossa real intimidade
aproximou-se da verdade,
muito atalho e emenda fez
da nossa investida no universo
da revelação uma amostra do que realmente somos.
Sonhos, fantasias, preencheram parte da nossa vida.
Como a um conto de fadas
a apresentação dos nossos desejos e quereres,
ficaram longe da realidade.
(Esquecemos que ao nos defender
nos apresentamos em nossas necessidades)
o orgulho é falso, a aparência é irreal,
e os abusos são constantes,
pois colocamos nossa defesa,
nas matérias que praticamos
artificialmente como a dizer Giz...
Para enganar o outro com o nosso sorriso.
A vingança do amor na esfera comum é simples,
mas muito poderosa na sua eficácia,
apelamos, pôr achar que o errado
não foi ainda corrigido,
aprendemos que ninguém pode
viver na mentira a vida toda.
Quando se faz um bolo,
é para dividir, e não monopolizar.
É impossível no aspecto racional
comer um bolo sozinho no mesmo dia.
O bolo tem que ser dividido,
e o motivo principal da divisão é a fraternidade.
Saber o que quer!
(É não enganar ninguém)
pois quem sabe o que quer,
dá o melhor de si mesmo,
e não usa o outro para estratégias
ultimamente pessoal. Ninguém é feliz sozinho.
Na transcendência do amor espiritual,
o perdão existe sim; é fundamental
chegar ao lugar adequado para existir
o perdão concretizado.
Carlos Basanella
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