Pela Claridade!
Perante a claridade
a consciência tem o seu papel a cumprir,
somos levados a um acordo
com a nossa consciência que,
ajusta as ações do corpo
perante as experiências ocorridas,
umas acertadas, outras erradas...
Não é assim em branco a vida,
cada detalhe deve seguir uma consciência
para não vir a cobrança mais tarde...
Não somos juizes,
não devemos fechar juízo sobre as ações
devido as transformações
que modificam as verdades em verdade pessoal...
Por um dado momento a consciência oscila
depois ela passa a ser de cobrança sobre
os atos praticados,
depois de um certo tempo,
após várias transformações,
ela passa a se reabastecer...
A consciência some de vista,
e também fica a vista...
No balanço dos envolvimentos
com mais pessoas a consciência
tem um papel muito importante,
podendo a pessoa partir do ponto "de"
a partir "de"... e neutralizar o passado...
Nessa inconsciência mesmo tendo partido
do ponto "de",
temos nossa hereditariedade familiar,
temos a consciência coletiva,
temos a história pessoal...
Dificilmente o a partir "de" prevalece
por muito tempo...
Algo espiritual mexe no "de",
tudo volta a tona,
somos obrigados a receber, pagar,
normalizar a vida por causa da harmonia
e da fisiologia da mente, do corpo e do espírito...
Muitos assassinos de pessoas,
em um dado momento,
tem suas contas a acertar,
mesmo que tenha partido do ponto "de",
depois no silencio da justiça vem a tona
o merecimento ou o castigo...
Estar na liberdade
quando na realidade devia estar preso,
este efeito antagônico,
revolta-se na mesma linha da moral,
o crime não compensa...
A consciência é um fator
de balanço entre o corpo
e a mente, pode causar
equilíbrio e desequilíbrio...
Seria igual mentir
e fazer que os outros acreditem que a mentira
seja verdade para se ver livre da consciência...
Isso fere as leis de causa e efeito,
mas ainda prevalece
a verdade,
que pode absolver ou condenar...
Quem paga pelo erro,
volta ao normal...
Quem foge de pagar o erro
paga de outro modo
mais sofrido...
Carlos Basanella
Americana – SP - Brasil
Perante a claridade
a consciência tem o seu papel a cumprir,
somos levados a um acordo
com a nossa consciência que,
ajusta as ações do corpo
perante as experiências ocorridas,
umas acertadas, outras erradas...
Não é assim em branco a vida,
cada detalhe deve seguir uma consciência
para não vir a cobrança mais tarde...
Não somos juizes,
não devemos fechar juízo sobre as ações
devido as transformações
que modificam as verdades em verdade pessoal...
Por um dado momento a consciência oscila
depois ela passa a ser de cobrança sobre
os atos praticados,
depois de um certo tempo,
após várias transformações,
ela passa a se reabastecer...
A consciência some de vista,
e também fica a vista...
No balanço dos envolvimentos
com mais pessoas a consciência
tem um papel muito importante,
podendo a pessoa partir do ponto "de"
a partir "de"... e neutralizar o passado...
Nessa inconsciência mesmo tendo partido
do ponto "de",
temos nossa hereditariedade familiar,
temos a consciência coletiva,
temos a história pessoal...
Dificilmente o a partir "de" prevalece
por muito tempo...
Algo espiritual mexe no "de",
tudo volta a tona,
somos obrigados a receber, pagar,
normalizar a vida por causa da harmonia
e da fisiologia da mente, do corpo e do espírito...
Muitos assassinos de pessoas,
em um dado momento,
tem suas contas a acertar,
mesmo que tenha partido do ponto "de",
depois no silencio da justiça vem a tona
o merecimento ou o castigo...
Estar na liberdade
quando na realidade devia estar preso,
este efeito antagônico,
revolta-se na mesma linha da moral,
o crime não compensa...
A consciência é um fator
de balanço entre o corpo
e a mente, pode causar
equilíbrio e desequilíbrio...
Seria igual mentir
e fazer que os outros acreditem que a mentira
seja verdade para se ver livre da consciência...
Isso fere as leis de causa e efeito,
mas ainda prevalece
a verdade,
que pode absolver ou condenar...
Quem paga pelo erro,
volta ao normal...
Quem foge de pagar o erro
paga de outro modo
mais sofrido...
Carlos Basanella
Americana – SP - Brasil
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