Libertação!
Situar-se na casa da libertação,
trocar a forma em discernir,
perceber que o fascínio
que prendia os sentidos do corpo
em algo alucinante
modifica a sua expressão
quando detectado a ausência,
e o modo como a ausência aconteceu.
O modo como a pessoa se comportou,
é ai o (ponto crucial)
para desvendar mistérios.
No livre arbítrio optar por uma avaliação,
para ver se vale a pena insistir tanto
em algo que era o máximo,
tinha tanta beleza que supria a obsessão,
mas se ausentou de forma que causou
o inconformismo.
Entrar na claridade da luz
com a idéia do fascínio para modificar
a expressão do sentimento
e a impressão do pensamento
em relação aquilo que prendia,
escravizava o coração pelas paixões....
Acrescentamos muito na paixão,
porém na realidade não é todo aquele
compendio, quando não soube levar
a sério o conjunto que formava o contexto
da cumplicidade.
Colocamos nosso sentimento,
nossa emoção e as sensação
voltadas para um apego profundo
que preenchia o fundo psíquico
até neurótico...
Se o valor do reconhecimento não aparece,
é melhor mudar a expressão e a impressão
e substituir por algo que tenha retorno.
O retorno às investidas é que realiza,
a miragem e o apego imaginário
não tem retribuição, é vago na mente.
Por se apagar sem reconhecimento,
o mente vagueia em busca de valores
para compensar o que foi desprezado.
Surge a humilhação do estorno
daquilo que foi rejeitado,
o sofrimento abala
e o que era antes vira obsessão.
Ao querer clarear o coração,
é preciso lutar para perceber
que aquele ênfase de paixão cede
ao experimentar novos gostos
dentro de um contexto onde se caiba dentro,
e permitir sentir a diferença
entre repudio e aceitação.
As vezes se apega naquilo que é repudiado,
e esquece de se apegar naquilo é que aceito.
A dor do repudio adia a aceitação,
mas é preciso dispor a isso.
Aceitar a diferença
seria comparado a cores,
era o verde, agora é o azul...
O verde sustenta sua eficácia,
o azul também...
Essa troca de valores interiores
favorecem o coração,
basta experimentar a troca
do verde pelo azul...
F.C. Basanella
Americana – SP - Brasil
Situar-se na casa da libertação,
trocar a forma em discernir,
perceber que o fascínio
que prendia os sentidos do corpo
em algo alucinante
modifica a sua expressão
quando detectado a ausência,
e o modo como a ausência aconteceu.
O modo como a pessoa se comportou,
é ai o (ponto crucial)
para desvendar mistérios.
No livre arbítrio optar por uma avaliação,
para ver se vale a pena insistir tanto
em algo que era o máximo,
tinha tanta beleza que supria a obsessão,
mas se ausentou de forma que causou
o inconformismo.
Entrar na claridade da luz
com a idéia do fascínio para modificar
a expressão do sentimento
e a impressão do pensamento
em relação aquilo que prendia,
escravizava o coração pelas paixões....
Acrescentamos muito na paixão,
porém na realidade não é todo aquele
compendio, quando não soube levar
a sério o conjunto que formava o contexto
da cumplicidade.
Colocamos nosso sentimento,
nossa emoção e as sensação
voltadas para um apego profundo
que preenchia o fundo psíquico
até neurótico...
Se o valor do reconhecimento não aparece,
é melhor mudar a expressão e a impressão
e substituir por algo que tenha retorno.
O retorno às investidas é que realiza,
a miragem e o apego imaginário
não tem retribuição, é vago na mente.
Por se apagar sem reconhecimento,
o mente vagueia em busca de valores
para compensar o que foi desprezado.
Surge a humilhação do estorno
daquilo que foi rejeitado,
o sofrimento abala
e o que era antes vira obsessão.
Ao querer clarear o coração,
é preciso lutar para perceber
que aquele ênfase de paixão cede
ao experimentar novos gostos
dentro de um contexto onde se caiba dentro,
e permitir sentir a diferença
entre repudio e aceitação.
As vezes se apega naquilo que é repudiado,
e esquece de se apegar naquilo é que aceito.
A dor do repudio adia a aceitação,
mas é preciso dispor a isso.
Aceitar a diferença
seria comparado a cores,
era o verde, agora é o azul...
O verde sustenta sua eficácia,
o azul também...
Essa troca de valores interiores
favorecem o coração,
basta experimentar a troca
do verde pelo azul...
F.C. Basanella
Americana – SP - Brasil
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