Refletir sobre o ciclo!
Um ciclo não acaba em uma opinião somente,
é preciso estudo e dar tempo e clima
para cessar um ciclo...
Impor uma razão particular,
desfazer um trato e até negá-lo
por achar que o ciclo acabou!
O tempo mostrará o que seja um ciclo,
o circuito mental de um ciclo
é uma sucessão comportamental...
Não confundir “sucessão comportamental”
com “substituição comportamental”,
a sucessão é o próximo passo a dar dentro do ciclo...
Ao substituir o comportamento,
desviamos da sucessão do próximo
ato comportamental dentro do ciclo...
O ciclo, se não for encerrado corretamente
perdura por mais tempo,
como a um grilo no cérebro cobrando remates...
Em um tratamento o período de um ciclo,
termina quando termina a guerra mental,
na substituição impera a rebeldia...
Seria igual a um motim,
faz um tumulto desnecessário,
diante do que quis substituir...
O ciclo é único,
dentro dele é preciso desbastar,
senão fica na área da desordem...
Aquela recomendação bíblica,
deixai o joio e o trigo crescerem juntos,
quando crescem, primeiro tira o joio,
depois colhe o trigo...
Se no inicio do ciclo tirar o joio,
pode comprometer o trigo,
e somente quem obedece segue esta regra...
Quem por conta própria criar seu próprio destino
se compromete com ele,
para reverter isso, somente com a reconciliação...
Substituir um ciclo mal acabado
com outros compromissos,
é preciso haver atrição...
Se não houver atrição
corre-se o risco do próximo passo
acabar igual ciclo mal acabado
Devemos prestar atenção quando se inicia um ciclo,
ele pode dar resultados bons e ruis durante a vida,
consultar um especialista é muito bom nessa hora...
Querer compensar um ciclo mal acabado,
pode criar um fechamento da liberdade,
é ilusão e engano dos sentidos...
Nem sempre um erro é erro,
se não souber encerrar um erro menor,
pode-se criar um erro maior e irreparável...
Se corta o mal pela raiz,
deve-se iniciar com a conclusão do ciclo começado,
saber que mal cortar, senão fica na pendência da vida
o termo “verdadeira felicidade”
Um ciclo não acaba em uma opinião somente,
é preciso estudo e dar tempo e clima
para cessar um ciclo...
Impor uma razão particular,
desfazer um trato e até negá-lo
por achar que o ciclo acabou!
O tempo mostrará o que seja um ciclo,
o circuito mental de um ciclo
é uma sucessão comportamental...
Não confundir “sucessão comportamental”
com “substituição comportamental”,
a sucessão é o próximo passo a dar dentro do ciclo...
Ao substituir o comportamento,
desviamos da sucessão do próximo
ato comportamental dentro do ciclo...
O ciclo, se não for encerrado corretamente
perdura por mais tempo,
como a um grilo no cérebro cobrando remates...
Em um tratamento o período de um ciclo,
termina quando termina a guerra mental,
na substituição impera a rebeldia...
Seria igual a um motim,
faz um tumulto desnecessário,
diante do que quis substituir...
O ciclo é único,
dentro dele é preciso desbastar,
senão fica na área da desordem...
Aquela recomendação bíblica,
deixai o joio e o trigo crescerem juntos,
quando crescem, primeiro tira o joio,
depois colhe o trigo...
Se no inicio do ciclo tirar o joio,
pode comprometer o trigo,
e somente quem obedece segue esta regra...
Quem por conta própria criar seu próprio destino
se compromete com ele,
para reverter isso, somente com a reconciliação...
Substituir um ciclo mal acabado
com outros compromissos,
é preciso haver atrição...
Se não houver atrição
corre-se o risco do próximo passo
acabar igual ciclo mal acabado
Devemos prestar atenção quando se inicia um ciclo,
ele pode dar resultados bons e ruis durante a vida,
consultar um especialista é muito bom nessa hora...
Querer compensar um ciclo mal acabado,
pode criar um fechamento da liberdade,
é ilusão e engano dos sentidos...
Nem sempre um erro é erro,
se não souber encerrar um erro menor,
pode-se criar um erro maior e irreparável...
Se corta o mal pela raiz,
deve-se iniciar com a conclusão do ciclo começado,
saber que mal cortar, senão fica na pendência da vida
o termo “verdadeira felicidade”
Carlos Basanella
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